domingo, 5 de outubro de 2008

Sem pensar nada produtivo

A sorte está lançada... escrevo enquanto as apurações dos votos não foram feitas. Acordei bem, cumpri minha obrigação cívica... também acordei Paty, até parece que eu adivinho. Quando ela, finalmente, dorme... eu chego para acordá-la. Até parece de propósito, mas não é. Espero que as coisas aconteçam favoravelmente aos nosso anseios.

Acho q estou no começo de um resfriado... não me sinto muito bem. É tempo de ficar mais quieta, e evitar entrar em conflitos, seja quais forem.

E agora, sentadinha aqui... pensando no que vi, ouvi e, principalmente, li esse final de semana, percebo que acabei por falar demais, escrever demais, me abrir demais... e como diz minha mãe: "tudo demais é muito". Erro quando começo a pensar na opinião dos outros sobre mim, especialmente se a opinião é de quem gosto... me angustio, sofro, fico mal. Melhor solução é dizer "foda-se" (eu avisei que me daria o direito de escrever palavrões), como digo, em pensamento, para a maioria. Não fui, não sou e acho que muito tarde para tentar ser policamente correta... tento evitar conflitos, mas também sei que muitas vezes provoco conflitos. O que me incomoda é alguém, algum dia, imaginar que eu seja uma pessoa mal-caráter. Posso até ser vista como irresponsável... mas a irresponsabilidade que tenho, só prejudica a mim mesma e a mais ninguém. Sei onde está o problema e como resolvê-lo... e vou resolver, começando de hoje.

Já deu para perceber que estou com as idéias confusas, né? Esquenta não... isso passa. Começo planejar o que, como e quando fazer o que preciso. Cada um sabe seu caminho e seu lar, metafórico ou não. E como canta Amy MacDonald, em The Road To Home: "... So I've been telling old stories and singing songs, that made me think about where I came from. And that's the reason why I feel so far away today..."

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