sábado, 22 de outubro de 2011

Viajar Não Só Podxi, Deve!

Uma semana depois de voltar de João Pessoa, eis-me aqui... Com um bronze não planejado (bronze é bondade e já estou que nem cobra, mudando de pele), com astral renovado, e já planejando viagens futuras (Jampa de novo, Recife mais para frente, e Fortal assim que possível). 

Ir para Jampa com Mr. Toco, vulgo Júnior (ou o contrário? rs), foi ótimo. Conversamos muito, rimos muito, nos divertimos muito. Chegamos na sexta, só tivemos tempo de fazer o check-in no hotel, comer alguma coisa (o amigo Subway ajudou), e partir pra "night". A balada não foi essas coisas todas, mas rendeu uns bons "drink" e muita risada. 

O sábado foi muito melhor. Para quem chegou quase às 03h da matina e acordou às 06h (eu, né? Pq Toquinho, tempos depois), a disposição estava 100%. Ficamos no Bessa, e saimos pra andar pela orla. Resultado: Fomos caminhando até Cabo Branco. Nos cálculos de Júnior, uns 2,5 Km. Não passei protetor e acabei me queimando mais do que já estava queimada (é que semana passada fui assistir meu sobrinho jogar e lá não tinha nenhuma sombra pra eu ficar, ou seja, antes tivesse levado um biquini). Como visitar a Estação Ciência (ou Estação Cabo Branco) ficava ainda mais distante, claro, pegamos um ônibus em Cabo Branco mesmo. 
Na Estação, o obsevatório tem uma vista linda do mar, de João Pessoa ao fundo. E já que estávamos pertinho da parte mais oriental das Américas, levei Júnior para conhecer a Ponta do Seixas. Por lá, resolvemos provar o sorvete de caipirinha, e para quem não bebe, feito eu, está aprovado. Uma mistura de sorvete de limão, cobertura de cachaça e aquela vontade de aproveitar o brinde... Uma dose de cachaça gratuitamente, e o sorvete podendo ser reabastecido por "n" vezes. Okay, admito que meia dose da cachaça eu tomei. 


Voltamos para Cabo Branco, de busão, porque ir para o terminal de integração e voltar, naquele momento não era de Deus. O calçadão nos esperava por, pelo menos, mais 2Km. Aí vem final de tarde, planos pra noite. Júnior teve a bela ideia de comer sushi no shopping... Eu tive a bela ideia de pedir a torre de chopp. Para completar, e fazer assunto render, debates acalorados acontecerem (sem que os vizinhos de mesa perceberem), Dona DJ Shi deu o ar da graça. Depois, tive a alegria de ver gente bonita, paquerar com essa mesma gente bonita, depois ganhar tchauzinho... E não é que fiquei feliz feito gente besta?! =)
Bom, praticamente fechamos o shopping... E depois, "Junin" e eu fomos pra balada, porque dançar era preciso (só vodka e ninguém ficou "bebum"). Okay, eu não sei dançar, mas um dia chego lá. 

O domingo foi de um belo descanso, nos preparando para a volta. Aliás, voltamos no último ônibus pra Natal, e que no meio do caminho quebrou. Foi lindo... Relato um pouco no post publicado gentilmente por Laurita, no Território Livre: http://lauritaarruda.digi.com.br/relato-do-prego/84515. Agora bora pras poucas fotos que fizemos (mas que o povo do Orkut e Facebook já cansou de ver).


E faltou... Faltou você Sara, mas parece que o chicote de futuro vale mais. Quando acerto as coisas, costumo fazer o combinado, quem me conhece sabe. Faltou também você, Pequena/Hamster... Lembrei demais de você em muitas situações (a maioria de morrer de rir), mas tudo bem, Recife nos espera. Faltou uma mocinha estudiosa também, mas ela preferiu ficar em Natal e como já disse... Será que ia prestar ter você e Júnior juntos? Aposto que iriam me deixar acabada. 

Jampa foi massa! 

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

E vai...

Aqui pensando nas pessoas que entraram e saíram na minha vida... Nas pessoas que ganhei e não perdi (porque o carinho ainda existe), só que resolveram se afastar ou eu decidi me afastar. Acho que passei/passo tanto por isso, que ás vezes até acho que sei até quando a dor vai durar. Sim, em alguns momentos pode parecer que não, mas ainda dói... Sabe quando você dá seu coração e a pessoa não aceita ou te devolve? Pior, devolve faltando um pedaço. 

Acho que perdi uma parte da minha inocência, já vejo em algumas situações como as coisas mudam. Ainda que eu saiba dos defeitos de quem eu gosto, continuo preferindo ver as coisas boas. Percebo que ao contrário disso, eu que era tão boa, passo a ser pavio curto, estúpida, e todos os defeitos saltam aos olhos. Meu "pavio curto" deve ser porque costumeiramente questiono, falo (até pelos cotovelos) sobre os assuntos que doem, e até que eu entenda ou ache que ficou claro. Não deixo que as coisas sejam empurradas "pela barriga" até chegar em um ponto em que tudo esteja muito complicado, e a resolução, uma tarefa muito mais dolorida. 

Não gosto de sentir que meu interlocutor me dá pouca importância (ninguém gosta, vamos ser sinceros), me trata sem muito interesse. Aí vem aquela minha tendência de pensar: "eu não preciso ser tratada assim". E não, não estou com raiva, mas me acho no direito de desabafar em um local que é meu... E que muitas vezes tenho a impressão que ninguém lê (coisa que me dá um alívio grande). O ser humano (essa palavra sempre me lembra as 'pérolas do ENEM' rsrs) é um bichinho difícil, talvez, por isso, sempre apreciei o meu lado alienígena. 

Essa semana, ao assistir um filme (não recomendamos "O Livro Dos Espíritos") com uma certa criatura (acho que vou apanhar por usar a palavra 'criatura') nerd, e conversarmos muito sobre gente que se afasta de gente, pelas mais diversas situações. Vejam, conviver com gente nerd não é fácil... São bichinhos mais inteligente que Tamagoshis (adoro gente inteligente, não vou mentir! rs). Havia decidido me afastar da minha atual companhia, quase constante, de ir ao cinema... Mas é complicado o afastamento de gente que gostamos. Aí, vez por outra, esperamos que a outra pessoa decida se afastar, porque aí aceitamos, respeitamos, a decisão alheia, e pronto, a vida segue. 
Nem sempre a vida é assim... Tomamos uma baita decisão, mas no dia seguinte parece que não decidimos nada, simplesmente porque apesar de parecermos uma pessoa sem coração, o coração sente falta das conversas, das risadas. Ou seja, tudo como D'antes.. Felizmente! 

Hoje o sono chegou bem cedo... ZZZzzzZZzzzZZ 

Mas antes de terminar mais um post confuso, porque o sono está verdadeiramente atrapalhando, quero avisar aos desavisados que eu e Mr. Toco estamos indo para João Pessoa. Sim, só nós dois para fazer um passeio na capital paraibana. Infelizmente a Hamster (KPequena) não pode ir porque tem mesmo que investir o tempo dela em algo que também ME seja útil (kkkkkkkkkkkkkkkkk sorry!!!). Deixe, pequena, que vamos (uma ruma de gente) pra Recife, em breve. ;)

Vou dormir ao som de "Fanatismo", cantado por Fagner e Zeca Baleiro. Até a volta! 





domingo, 2 de outubro de 2011

Em Preto... E Branco


E Tico estapeia Teco... Pra ver se pega no tranco. Não adianta, acabo escrevendo novamente nada com coisa nenhuma. Hoje estou frustrada, triste, apesar de estar feliz por trabalhar em mais um feriadão e não só pelo "dinda", mas pelo prazer de fazer aquilo que gosto.

Com o que estou frustrada? Com algumas coisas da minha vida pessoal. Você revira o mundo, deixa "trocentas" mensagens pra uma pessoa, e no final das contas, parece que a reciprocidade é... Zero. Nenhuma. Nada. E depois de tanto tempo sem notícias, ainda lê um "eu sei o que posso e não posso conversar a fundo com você". Oi? Como é? Bom demais saber disso. Aí entra o papo de outro dia... Acabo me doando demais. Coisa de gente besta mesmo. Se alguém tem que se valorizar, vocês estão lendo essa pessoa. Ah, chega de todo mundo (tá bom! Quase todo mundo) me fazer de besta. Não ofendo de propósito quem eu gosto, tento não me meter onde não sou chamada, e até por ser assim sou aquela que dá pouca importância. E pra isso tenho uma expressão... É foda mesmo! (Não estou com raiva, embora pareça)
Aí você começa uma amizade bacana, com muitos "não podxi" até pra assistir um filme. Como faz? Some? Não Lidiane, porque né... Acha que vai pro céu, sem escalas. Agora contem meus amigos, sou paciente, não sou? Okay, não gosto de gente fácil.. Mas caramba, gente muito difícil não me cria curiosidade alguma. E digo isso em relação a todos os tipos relacionamentos que tenho/tive. Eu sei, sou chata, e não gosto da idéia de me conformar com o "take it like it is", que também pode ser interpretado como "aceite as coisas como elas são". 

Sabe que ás vezes a impressão que tenho é que sou medida pelo valor que tenho na conta bancária, ou no futuro que posso oferecer? Acho engraçado que não dou expectativa de nada pra ninguém. E pra dizer a verdade, em alguns momentos detesto ouvir o "já passou da hora de correr atrás". Penso nessa frase constantemente, não preciso que me digam o tempo todo. Alguns relacionamentos e amizades são baseados nisso... No 'ter' e não no 'ser'.Vida complicada... Gente complicada... Lidiane complicada... Affs!

Estou escrevendo sobre isso porque sei que amanhã é outro dia, e provavelmente essa sensação chata de abandono (tááá.. pode chamar de rejeição) vai passar. E sim, foi uma forma de reclamação por pura falta de real oportunidade de fazê-lo do jeito que gostaria. Abusei, o texto fica por aqui... Sem vídeo, sem letra de música. Fiquei impaciente.

P.S.: Vivi, todo meu carinho e toda minha fé na recuperação da sua avó. Amo você, #pirigata!