Aqui pensando nas pessoas que entraram e saíram na minha vida... Nas pessoas que ganhei e não perdi (porque o carinho ainda existe), só que resolveram se afastar ou eu decidi me afastar. Acho que passei/passo tanto por isso, que ás vezes até acho que sei até quando a dor vai durar. Sim, em alguns momentos pode parecer que não, mas ainda dói... Sabe quando você dá seu coração e a pessoa não aceita ou te devolve? Pior, devolve faltando um pedaço.
Acho que perdi uma parte da minha inocência, já vejo em algumas situações como as coisas mudam. Ainda que eu saiba dos defeitos de quem eu gosto, continuo preferindo ver as coisas boas. Percebo que ao contrário disso, eu que era tão boa, passo a ser pavio curto, estúpida, e todos os defeitos saltam aos olhos. Meu "pavio curto" deve ser porque costumeiramente questiono, falo (até pelos cotovelos) sobre os assuntos que doem, e até que eu entenda ou ache que ficou claro. Não deixo que as coisas sejam empurradas "pela barriga" até chegar em um ponto em que tudo esteja muito complicado, e a resolução, uma tarefa muito mais dolorida.
Não gosto de sentir que meu interlocutor me dá pouca importância (ninguém gosta, vamos ser sinceros), me trata sem muito interesse. Aí vem aquela minha tendência de pensar: "eu não preciso ser tratada assim". E não, não estou com raiva, mas me acho no direito de desabafar em um local que é meu... E que muitas vezes tenho a impressão que ninguém lê (coisa que me dá um alívio grande). O ser humano (essa palavra sempre me lembra as 'pérolas do ENEM' rsrs) é um bichinho difícil, talvez, por isso, sempre apreciei o meu lado alienígena.
Essa semana, ao assistir um filme (não recomendamos "O Livro Dos Espíritos") com uma certa criatura (acho que vou apanhar por usar a palavra 'criatura') nerd, e conversarmos muito sobre gente que se afasta de gente, pelas mais diversas situações. Vejam, conviver com gente nerd não é fácil... São bichinhos mais inteligente que Tamagoshis (adoro gente inteligente, não vou mentir! rs). Havia decidido me afastar da minha atual companhia, quase constante, de ir ao cinema... Mas é complicado o afastamento de gente que gostamos. Aí, vez por outra, esperamos que a outra pessoa decida se afastar, porque aí aceitamos, respeitamos, a decisão alheia, e pronto, a vida segue.
Nem sempre a vida é assim... Tomamos uma baita decisão, mas no dia seguinte parece que não decidimos nada, simplesmente porque apesar de parecermos uma pessoa sem coração, o coração sente falta das conversas, das risadas. Ou seja, tudo como D'antes.. Felizmente!
Hoje o sono chegou bem cedo... ZZZzzzZZzzzZZ
Mas antes de terminar mais um post confuso, porque o sono está verdadeiramente atrapalhando, quero avisar aos desavisados que eu e Mr. Toco estamos indo para João Pessoa. Sim, só nós dois para fazer um passeio na capital paraibana. Infelizmente a Hamster (KPequena) não pode ir porque tem mesmo que investir o tempo dela em algo que também ME seja útil (kkkkkkkkkkkkkkkkk sorry!!!). Deixe, pequena, que vamos (uma ruma de gente) pra Recife, em breve. ;)
Vou dormir ao som de "Fanatismo", cantado por Fagner e Zeca Baleiro. Até a volta!

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