Pensei em escrever apenas um post sobre minha repentina decisão de conhecer Areia/PB. Mas antes, quero dizer que demorou, mas como se percebe, voltei a escrever no blog. Muita coisa aconteceu, muitas águas rolaram, perdi e reconquistei minha paz mas, continuo aqui, firme e forte, porque, como diz a Clau (cocalight #twitter)... Não sou de paz parada, sou de guerra centrada. ;)
A primeira parte sobre a ida para Areia, tentarei passar minhas impressões e calvário sobre Areia, contando o caminho até a Serra da Borborema. Vamos lá!
Areia
fica no Brejo paraibano, distante seis horas de Natal (se a escolha for ônibus).
Terra do Areia Fest (antigo Brega Areia), que começa em setembro; do pintor
Pedro Américo (disfarce e jogue no Google, urgente! Hauhauhau): dos engenhos produtores de rapadura e cachaça; de clima ameno (dizem que no inverno é frio mesmo). Areia é uma cidade bastante
acolhedora. Esperava uma temperatura fria, mas do dia que cheguei até o dia que
fui embora a temperatura ficou entre 23 e 26 graus (talvez uns 18 graus à noite), portanto, mais quente do
que eu esperava.
A jornada foi quase uma epopeia. Acordar às 03h30h, chegar
à rodoviária de Natal para sair às 05h30 e dar de cara com um ônibus velho da empresa Nordeste
(velho mesmo! Sem ar-condicionado, cadeiras duras feito pau desconfortáveis, e pelo menos uma
barata, que eu vi! #todasgrita) foi bem desesperador desanimador, fora lembrar as longas seis horas de viagem (mp4 serve pra isso mesmo). Mas tudo bem.
O ônibus é Natal-Campina
Grande, passando por Areia. Simples, não? Aaaaah, se fosse!!!
Por
causa das chuvas, caiu uma barreira em Areia, e os grandes ônibus
interestaduais não podem/podiam subir a Serra da Borborema (segundo disse o povo da Viação Nordeste). Logo, eu teria que
descer em Guarabira e pegar um outro ônibus para Areia. Ops... Eu disse
Guarabira? Esqueça! Todos (motorista, fiscal do ônibus, Lílian e eu) decidimos
que seria melhor descer em Alagoagrande. Falei ônibus? Esqueça em dose dupla!
Pegamos um “alternativo” que iria pra Remígio, mas por falta de usuários,
decidiu levar a mim, Lílian e mais algumas pessoas pra Areia. Quem é Lílian?
Bora lá: No final da história toda, dentro do ônibus pra Campina, “garrei” no papo com duas meninas de
Natal... A Lílian, vetinária, pós-graduanda em Produção Animal (será esse o
nome? rs), indo para Areia, e Luíza, estudante de Psicologia (apesar do curso,
ela tem cara de normal rsrs) em Campina
Grande. No fim, deu tudo certo... Chegamos, né? rsrs
A
cidade é pequena, mas simpática. Se eu viveria em Areia? Por escolha? Não, me
faltaria muita coisa. A vista de cima da serra é bonita, o clima é bacana, as
pessoas são super receptivas mas minha praia, para viver, é outra. Fiquei na Pousada Aconcheg’art. Simples, rede wi-fi que funciona principalmente no corredor onde ficam maior parte dos quartos, preço
razoável, funcionários muito prestativos e bons de papo. Se quiser uma pousada mais cara, com
restaurante e bar na própria pousada, com super rede wi-fi, recomendado por
todos da cidade: a Pousada Vila Real.
A cidade não tem vida noturna, se quiser
se divertir como se faz em cidades maiores, melhor ir pras cidades vizinhas, ou
ir direto pra Campina Grande, distante 1 hora de carro. Existem restaurantes pela cidade, nada de luxo, pelo que vi. O visitante não
passa fome, eu garanto. Outra coisa, há agência do Banco do Brasil e da Caixa
Econômica Federal. Se você tem cartão desses dois bancos, está salvo. Hehehe.
Não conheci os engenhos, porque ir sozinha é chato e se gasta mais do que se deve, afinal, um guia para uma pessoa é diferente de pedir um guia para um grupo. Para não dizer que não trouxe nada, resolvi comprar geléia com cachaça e garrafas de cachaça, porque né... rsrs
Vale a pena conhecer Areia, mas sugeriria um roteiro que visitasse também cidades vizinhas na mesma semana, porque como me foi dito e comprovado, Areia não tem vida noturna. Fotos abaixo, que deixam o post maior do que já é. Para ver as fotos maiores, só clicar nelas.

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